Houve drama e desespero, com uma paragem estratégica para assistir a um jogo do Top Eleven, num café em Covide, onde não tinha rede. O cabrão do Manzarra, que se vá fo### ele e a campanha da OPTIMUS, de que há rede em todo o lado. Era o jogo que decidia uma época. Recebia o segundo classificado, um qualquer alemão que estava em segundo a três pontos. A vitória bastava para segurar mais um título. Mas não consegui ter rede e assistir ao jogo.
Foram momentos angustiantes até Braga, sem saber o resultado. Depois de um banho quente lá entrei e vi que tinha empatado. Aos 33 min, fiquei a jogar com 10 e o meu adversário marcou o 0-1. Consegui empatar, aos 77, e manter a emoção até ao fim do campeonato. LOL, grande vício.
Houve uma pequena tertúlia literária, onde foram mencionados, vários autores de renome, desde Eça, a Garret, a Camilo, a Zafón, a Jorge Luís Borges, a Gil Vicente, a Sá de Miranda, entre outros, acabando no inevitável Saramago.
Houve chuva e frio, ou melhor muita chuva e frio. Obrigado ao Zé Manel pela previsão de alguns pingos lá para as 13h . Foi de Santa Marta de Bouro até Braga debaixo de uma chuva feroz, que aliada à paragem no café em Covide, nos enregelou. Espero que esta brincadeira do Top Eleven, não me deixe de cama. Cheguei a casa nem as luvas conseguia tirar. Teve de ser com os dentes. LOL.
Mas o que houve mais, foi o companheirismo e a boa disposição com que encaramos estas voltas. O ritmo foi baixo, o que é importante nesta altura e permite construir uma bela base para os objetivos/empenos futuros. A subida para Covide e posteriormente a descida para Terras de Bouro estava adornada com belas cascatas. Sei que o aniversariante de hoje teria gostado desta volta.
A parte má é o estado, lastimável, da roupa e da bike.
E é tudo. Mais uma crónica fresquinha aqui para o nosso grupo.
E que bom que é, poder juntar duas das minhas grandes paixões, a literatura e o ciclismo. Épico!!!!
Apareçam.
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